29 março 2011

Facebook FanPage: Guia básico de uso para marcas.

Já falamos aqui no blog sobre a diferença na comunicação no Twitter e no Facebook, também já falamos sobrelanding page dentro do Facebook, como ela deve ser e como se cria uma.

Hoje vamos falar sobre o contexto geral da página, trazendo algumas dicas de como marcas podem utilizar a suafanpage de forma mais eficiente.

A comunicação com os seus leitores, sejam clientes ou não, deve ser adequado de acordo com cada empresa. Cada empresa tem um público-alvo diferente, por isso é importante analisar e entender bem para conseguir um relacionamento efetivo.


  • >Cada postagem em uma fanpage é como o post de um blog, mas aqui além de comentar, as pessoas podem curtir. Talvez a grande vantagem do Facebook seja a facilidade com que as pessoas interagem através de seus perfis, sem precisar acessar a página diretamente. Aproveite isto para incentivar as interações;
  • > Lembre-se que assim como no Twitter, qualquer um pode se empolgar e acabar fazendo spam. Toda atualização da página será enviada para todos os fans daquela página. Cuide para não perder “curtidas” assim;
  • > Na tela inicial do Facebook o usuário pode escolher receber as atualizações mais recentes ou as mais importantes. Para julgar quais notícias são mais relevantes a rede social usa um sistema interno semelhante ao PageRank do Google. Ter uma boa reputação dentro da rede social significa ser considerado relevante e isso vai fazer com que as suas atualizações ganhem ainda mais destaque;
  • > Fique de olho nas estatísticas e descubra quem é o seu público dentro do Facebook. Você vai poder saber quem são eles, gênero, idade, cidades, enfim, informações o suficiente para você direcionar as suas postagens;
  • > As fanpages dispõem de diversos recursos, como páginas que você pode curtir e imagens que podem ser enviadas (e ficam dispostas na parte superior). Aprenda a utilizar bem todos os recursos e faça com que sua página tenha mais retorno;
  • > O administrador da página pode permitir que os visitantes deixem suas mensagens, fotos e vídeos. Aprenda a utilizar este recurso e deixe seus fans interagirem entre si, fortalecendo a relação que todos tem com a marca;
  • > Saiba quando é a hora de interagir e quando é hora de vender, isto vai facilitar e trazer um retorno muito mais significativo para a página.
  • > Fique por dentro das novidades, acompanhe as principais fanpages e os principais blogs sobre o assunto para saber ainda mais sobre as melhores práticas :)
Conteúdo retirado do site http://www.midiatismo.com.br

18 março 2011

Você sabe o que é uma vaca roxa?

A Vaca Roxa (em inglês Purple cow) é um livro de Seth Godin que teoriza sobre as dinâmicas do novo mercado, que têm início no declínio da publicidade televisiva. Em poucas palavras, aponta para o fato de que em nossos dias a propaganda em massa não tem mais (tanto) impacto.

A verba que ia para a propaganda, por sua vez, deve ser transferido para a criação de um produto diferenciado, que se destaque, que chama a atenção de todos assim como chamaria uma vaca roxaentre vacas comuns. Se você vir uma vaca roxa, irá tuitar, postar no Facebook, enfim vai falar para todo mundo dela.

Há algumas décadas para lançar um produto e obter sucesso havia uma regra que era mais ou menos simples: bastava criar uma marca e saturar o telespectador com a propaganda daquele produto, que ele inevitavelmente acabaria comprando.

Entenda as mudanças do mercado

Hoje, entretanto, as coisas mudaram um pouco, e por dois motivos:

O primeiro, mais óbvio e já dito, é que simplesmente ninguém tem mais paciência de assistir a um comercial – ele perdeu o que tinha de novidade e é invasivo.

O segundo motivo, que é o ponto mais interessante da teoria da Vaca roxa, é que todos os produtos que tinham de ser inventados já o foram. Ou quase todos.

Portanto, para obter sucesso no mercado é preciso criar algo único, que chame a atenção do público e faça todo mundo falar do seu produto por livre e espontânea vontade, porque gostou, se interessou.

Olha uma vaca roxa ali

O fato de o público falar por vontade própria é, sem dúvida nenhuma, a melhor e mais barata forma de publicidade.

Pense, por exemplo, no Google: ele é um purple cow; criou um produto tão bom, que entrou na vida de todas as pessoas e todo mundo fala dele para seus amigos (quer dizer, hoje isso não é mais necessário, porque já é parte integrante da vida moderna). Ele chama a atenção e se destaca dentre os zilhões de produtos e serviços que há por aí.

Ou, então, no iPhone: ele se destaca de qualquer outro celular, todo mundo o deseja, todo mundo fala dele, e não é preciso de propaganda em TV. Não é preciso propaganda nenhuma. A Apple, aliás, é sempre um grande exemplo de como se fazer vaca roxa.

Como fazer para meu produto ser uma vaca roxa?

A resposta a essa pergunta vale milhões de dólares. Não existe receita, não existe mágica.

É preciso, “somente”, elevar seu olhar, prever o futuro. Pense no inusitado, procure o que jamais foi feito, encontre o crie um nicho de mercado inovador e útil para um determinado mercado.

Não importa qual o segmento de sua empresa, as vacas roxas estão aí para ser inventadas e descobertas

08 novembro 2009

A importância do Marketing e Publicidade em seu negócio


sapo-direita

Você encara o custo de marketing e publicida

de como despesa inútil? Está na hora de rever os seus conceitos…

O marketing pode ser a ferramenta de quem quer evoluir e aumentar as vendas ou o número de clientes. A fixação da marca também é importante para valorizar o patrimônio da empresa.

Compra de brindes, publicidade na imprensa escrita, rádio e televisão, um material gráfico bem acabado, com design atual e atrativo facilita aos clientes reconhecer a empresa e tornar as vendas cada vez maiores.

Mesmo se atualmente os clientes procuram o produto sem a publicidade, no futuro pode ser o contrário e caso os concorrentes ocupem o espaço na mídia, é possível que o espaço no mercado seja cada vez menor.

Por José Alberi Fortes Junior

Facebook quer potencial publicitário superior ao Google Ads

PALO ALTO, Califórnia (Reuters) - A vice-presidente de operações do Facebook anunciou que a companhia de redes sociais está visando um mercado publicitário maior do que o de publicidade vinculada a buscas, que enriqueceu o Google.

Sheryl Sandberg também disse a um grupo de especialistas em alta tecnologia, na quinta-feira, que as receitas estavam crescendo tão rápido no Facebook, uma empresa de capital fechado, que ela havia saído do vermelho já este ano, e não em 2010, como previa inicialmente.

Um conselheiro da empresa disse à Reuters que ela estava a caminho de faturar 500 milhões de dólares este ano. Sandberg não ofereceu números para atualizar essa estimativa.

Sandberg expôs um plano para reforçar as receitas da empresa por meio de anúncios em novos formatos dirigidos aos seus 300 milhões de usuários.

Sandberg informou que o Facebook adotaria estratégia semelhante à do Google, no qual a publicidade tem formato semelhante às buscas.

Tecnologia não isola as pessoas, diz estudo nos EUA

NOVA YORK (Reuters) - Ao contrário da crença popular, a Internet e os celulares não estão isolando as pessoas, mas reforçando suas vidas sociais, de acordo com uma pesquisa norte-americana.

A pesquisa foi motivada por um estudo publicado por sociólogos dos Estados Unidos em 2006, segundo o qual a tecnologia estava reforçando uma tendência vista desde 1985, a de um maior isolamento social para os norte-americanos, com redução de redes sociais e da diversidade de seus contatos.

Mas o estudo conduzido pelo Pew Internet and American Life Project, intitulado "Isolamento Social e a Nova Tecnologia", constatou que o uso da Internet e dos celulares pelas pessoas está na verdade associado a redes sociais maiores e mais diversificadas.

"Quando examinamos a rede social completa de uma pessoa..., o uso da Internet em geral, e de serviços de redes sociais como o Facebook, em particular, está associado a redes sociais mais diversificadas", afirmaram os pesquisadores em comunicado.

"Nossas principais constatações contestam pesquisas anteriores e medos muito difundidos sobre o impacto social adverso da nova tecnologia", acrescentaram.

A pesquisa telefônica conduzida com 2.512 adultos pela Princeton Survey Research International, em julho e agosto deste ano, constatou que, de 1985 para cá, as dimensões do isolamento social não se alteraram muito.

O estudo constatou que seis por cento dos adultos não têm alguém com quem possam discutir assuntos importantes, mas esse número praticamente não mudou, de 1985 para cá.

A pesquisa constatou, porém, que as "redes de discussão" das pessoas se reduziram em cerca de um terço nos últimos 25 anos, e se tornaram menos diversificadas, porque contêm menos pessoas de fora da família.

Mas as pessoas que usam celulares e tomam parte de diversas atividades na Internet estão associadas a redes de discussão primárias maiores e mais diversificadas.

As redes de discussão médias são 12 por cento maiores entre os usuários de celulares, nove por cento maiores entre as pessoas que trocam fotos online e nove por cento maiores para aqueles que usam serviços de mensagens instantâneas. A diversidade é 25 por cento maior para os usuários de celulares, 15 por cento maior para os usuários básicos de Internet e ainda maior para os usuários frequentes da Internet, serviços de mensagens instantâneas e sites de fotografia.